terça-feira, 28 de Abril de 2009

Impressoões sobre Lisboa #6

Impressoões sobre Lisboa #5


Tirada durante um passeio pela marginal.

Impressoões sobre Lisboa #4


Tirada numa esplanada com vista para o Tejo

quinta-feira, 16 de Abril de 2009

Impressoões sobre Lisboa #3

Impressoões sobre Lisboa #2


Tirada no: Jardim da Estrela

quarta-feira, 8 de Abril de 2009

Impressoões sobre Lisboa #1


Confesso: gosto mesmo de Lisboa! Gosto dela assim, suja, cheia de trânsito, poluída e envelhecida. Adoro-a pelos seus recantos pitorescos, pelas lojas temáticas e completamente loucas do Bairro Alto, pelos seus barzecos e restaurantes chiques com todo tipo de decoração (desde rococó, passando pela arte nova e pop art); pelas paredes envelhecidas das casas antigas da Graça, com as suas varandinhas tortas com roupa a secar...E os miradouros? Como são magníficos ao pôr-do-sol com a vista para o Tejo com os barquinhos a vela!Assim, quando tenho vagar, pego na máquina e vou a caça das impressões dessa Lisboa, da sua dimenção oculta, procuro-a nos bairros antigos da cidade, vageando sem rumo pelas ruelas tortas e becos sem saida em busca de recantos que abram a sua essência. Tenho gosto especial pelas casas antigas e degradadas, pois apresentam texturas magníficas e brechas intemporais de outros tempos, de vidas passadas.
Por isso mesmo, decidi retomar o tema iniciado há quase um ano. Deste modo, vou expor por aqui um conjunto de postales dedicados a imagens que tenho de Lisboa, a minha Lisboa, vista e percepcionada por mim.
Todos estão convidados para apreciar!
Fotografada em: Santos

quarta-feira, 3 de Setembro de 2008

Impressões sobre ilusões


Há algum tempo para cá surgiu-me um pensamento curioso, daqueles que de repente invadem a nossa cabeça aparentemente vindos do nada e transformam-se num axioma da nossa vida. Numa desses momentos precedidos de uma serie de acontecimentos pensei para mim própria: não podemos ter algo que nunca tivemos. Esse algo tem haver, antes de mais, com as pessoas que nos rodeiam e com os sentimentos que nutrimos por elas. Sentimentos como confiança, afecto, amizade, mas sobretudo (e antes de mais!) com o nosso próprio bem-estar e com a segurança que a sua existência (ou a ilusão dela) nos transmite. Perder essa segurança por perceber que maior parte das pessoas com quem nos relacionamos acabará por nos magoar faz com que começamos a ter noção que muito poucos deles têm verdadeiro valor e ainda são menos aqueles que ficam ao nosso lado no matter what.
Moral da historia: a vida comprova a minha axioma: Só perdemos aqueles que na realidade nunca tivemos!